Rapper Bin se proclama 'dono das esquinas' em disco que reúne Ludmilla e Orochi

Proprietário das esquinas – título do disco que o rapper Bin lança nesta quarta-feira, 29 de setembro – diz muito sobre a subida e a sede deste artista fluminense nascido e criado no Multíplice do Roseiral, em Belford Roxo (RJ), município da Baixada Fluminense.

Desde que lançou em maio de 2020 o single com a música intitulada Marília Mendonça e rotulada como trap da sofrência, Bin vem crescendo e aparecendo no universo do hip hop nacional.

Com sete faixas que situam o disco no limite entre EP e álbum, Proprietário das esquinas chega ao mundo um ano depois de o primeiro álbum do artista de 22 anos, Para todas as mulheres que já rimei (2020).

Lançado em setembro do ano pretérito, esse álbum inicial ajudou a firmar Bin como uma das revelações do rap e do trap brasileiros em 2020, ano em que o artista também pôs em trajectória o single Saturno com tema gravado por Bin com Ajaxx e Mainstreet, nomes recorrentes nos créditos de Proprietário das esquinas.

Das sete músicas que compõem o repertório autoral do disco Proprietário das esquinas, cinco são inéditas. Em junho, Bin mostrou Apê 1001, filete gravada com Ludmilla e Dalass. Dias detrás, Rolex – filete gravada com OIK e PL Quest – apareceu nas redes, como outro {{aperitivo}} para esperar o disco.

Da safra inteiramente inédita, há Sege possante – que transita no passo das rimas de Bin e de MC Cabelinho – e Todo tímido, tema de tom mais romântico, gravado com a adesão do rapper Orochi.

Filete que junta Bin e Borges, Uva cai na ostentação da nomeada e da vida material. Já Rico = 50 cent versa sobre subida financeira sob o prisma do preconceito racial. É filete do disco em que Bin canta sozinho.

Baunilha completa a safra autoral de Proprietário das esquinas, disco lançado com a missão de confirmar o título oferecido por Bin a si mesmo.