Mark Zuckerberg explica como funciona prancha que usa em vídeo que bombou

O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, voltou a chamar a atenção nas redes com um vídeo “surfando” com uma prancha em pequenas ondas. Desta vez, ele carregou uma bandeira dos Estados Unidos no passeio, feito no Dia da Independência, no último domingo (4).

O equipamento conta com um hidrofólio, uma estrutura abaixo da prancha, que permite controlar a direção. E tem até versão elétrica.

“Tem uma asa sob a água que estou surfando que empurra a prancha para o alto. É muito divertido. Há uma versão elétrica que você pode comprar, mas, neste vídeo, estou navegando em uma prancha de alumínio normal e surfando em uma pequena onda”, afirmou.

No trecho postado nas redes, Zuckerberg aparece já em movimento sobre a prancha, dando alguns impulsos com o corpo. Em algumas demonstrações do hidrofólio na internet, outros usuários indicam que precisam de um impulso inicial por meio de um cabo ligado a uma embarcação que fica à sua frente, por exemplo.

Posteriormente ganharem velocidade, o cabo pode ser solto e o deslocamento passa a ser feito somente com a ajuda do hidrofólio. Ele conta com asa dianteira com uma inflexão que ajuda a levar a prancha para cima. Enquanto isso, uma asa dianteira menor com curva no formato inverso permite que ela seja estabilizada.

Em um dia, a postagem teve mais de 1,5 milhão de curtidas no Facebook e 2 milhões de visualizações no Instagram, que também pertence à empresa de Zuckerberg. Foi em resposta a um dos comentários que ele aproveitou para explicar como funciona o “brinquedo”.

Prancha de R$ 60 mil
Em julho de 2020, o “chefão” do Facebook já tinha aparecido deslizando na água com uma prancha, desta vez elétrica, no Havaí. O equipamento usado naquela ocasião, segundo o site “Business Insider”, é fabricado por uma empresa chamada Lift Foils. No site dela, a prancha é vendida por US$ 12 mil (por volta de R$ 61 mil, na cotação atual).

Há uma semana, o Facebook se tornou a quinta “big tech” a atingir a marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado. Isso aconteceu logo depois que a Justiça americana rejeitou a denúncia de monopólio movida pela Comissão Federal de Comércio (FTC) por entender que o órgão ainda não apresentou detalhes suficientes para fundamentar o argumento. Ainda cabe recurso.