LinkedIn diz que dados de 500 milhões de contas à venda foram obtidos a partir de informações públicas

Dados de 500 milhões usuários da rede social de contatos profissionais LinkedIn, que pertence à Microsoft, estão à venda em um fórum de hackers, segundo o site de segurança eletrÔnica “CyberNews”.
Entre os dados disponíveis no vazamento estão nome, endereço de e-mail, número de telefone e gênero.

O LinkedIn afirmou que o conjunto de informações reúne “dados de um número de sites e empresas” e que secção do material foi coletado a partir de itens publicamente disponíveis em seu site.
Essa coleta teria sido feita por meio de “raspagem”, uma técnica que usa robôs para armazenar informações que ficam públicas.
A rede social afirmou que o método fere os seus termos de uso, que seus sistemas não foram invadidos e que nenhum dado privado de seus usuários foi obtido.
O LinkedIn não detalhou se pretende notificar as pessoas que tiveram seus dados publicados.

Um vazamento similar com o Facebook foi divulgado no último final de semana. Dados de 530 milhões de usuários estavam sendo compartilhados de forma gratuita em fóruns.
A rede social disse que as informações foram colhidas a partir de “raspagem”, por meio do “mau uso” de uma utensílio que ajudava os usuários a encontrar amigos com mais facilidade utilizando a lista de contatos do celular. A omissão teria sido corrigida em setembro de 2019.

O Facebook afirmou na última quarta-feira (7) que não tem planos de notificar os usuários que foram afetados por esse vazamento.

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