EUA, Reino Unido e Austrália assinam pacto de segurança histórico

A decisão desagradou os governos da China e da França. O concordância vai transferir tecnologia para Austrália erigir submarinos movidos a vigor nuclear. Especialistas veem o pacto como uma forma clara de tentar moderar a influência chinesa no Pacífico Xis.

O grande destaque desse concordância é que os governos britânico e americano vão transferir para Austrália tecnologia para o país iniciar a erigir submarinos movidos a vigor nuclear – mais rápidos e modernos. É a primeira vez em 50 anos que o governo dos Estados Unidos vai dividir essa tecnologia.

Especialistas veem esse concordância como uma forma clara de tentar moderar a influência da China no Pacífico Xis, região importante para o projeto de expansão de poder dos chineses.

Embora a China não tenha sido citada diretamente, os três líderes falaram sobre o aumento da preocupação com a segurança regional.

A Austrália diz que não tem e nem pretende ter armas nucleares. A Escritório Internacional de Pujança Atômica disse que foi informada e vai monitorar.

Ao reagir, o governo chinês falou grosso: disse que esse movimento é um jogo político “extremamente irresponsável”. Que os países precisam se livrar dessa mentalidade velha, de guerra fria, e do que chamou de “preconceito ideológico”. E que o concordância ameaço a sossego e a segurança na região.

Ao anunciar esse pacto de Resguardo, Reino Unido, Estados Unidos e Austrália criaram um mal-estar com a França também. É que agora o governo francês perdeu um concordância bilionário com a Austrália para erigir 12 submarinos.

O ministro das Relações Exteriores da França disse que o país tomou uma facada nas costas, e que Biden agiu como o predecessor dele, Donald Trump.