A protótipo Eduarda Reis Barreiros, a Duda Reis, escreveu em uma rede social que o cantor Leno Maycon Viana Gomes, espargido como Nego do Borel, foi indiciado por violência doméstica na sexta-feira (17).
“Hoje Nego do Borel foi indiciado por violência doméstica contra mim. Acho que vocês precisam saber, principalmente quem duvida da termo da mulher e sempre a coloca em questão”, escreveu Duda nesta sexta-feira (17).

Duda e Nego do Borel terminaram o relacionamento em dezembro de 2020. Posteriormente o término, a protótipo registrou um boletim de ocorrência contra o cantor na 1ª Delegacia de Resguardo da Mulher (DDM), em São Paulo. Ela relata ter sido vítima de estupro e ameaças.

Procurada, a assessoria jurídica de Nego do Borel confirmou o indiciamento do cantor, no entanto, nega que tenha sido por agressão física, e sim por ‘lesão corporal devido a perturbações psíquicas’.
“Com relação ao indiciamento pela lesão corporal cumpre manifestar que o fato é extremamente subjetivo, já que considerou perturbações psicológicas, e é só questão de tempo para o Leno também provar sua inocência”, diz a nota.

Em agosto deste ano, a Lei Maria da Penha passou por uma atualização importante: a inclusão do delito de violência psicológica contra a mulher no Código Penal.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo confirmou o indiciamento do cantor pelo delito de “lesão corporal no contextura da violência doméstica em razão da existência de indícios de lesão à saúde psíquica da vítima”. Informou também que o questionário policial instaurado pela 2ª Delegacia de Resguardo da Mulher foi relatado na quinta (16) e guiado ao pensamento competente.

Em janeiro, depois que Duda foi às redes sociais desafogar sobre os três anos de relação com ele, o cantor realizou uma queixa-crime contra ela, a acusando de injúria, calúnia e maledicência. A Justiça do Rio de Janeiro rejeitou o caso.

Nego do Borel já foi indiciado por violência doméstica em outra ocasião, em um caso envolvendo a ex-namorada Swellen Sauer, que foi assessora de mídia do cantor em 2013, e é investigado no Rio de Janeiro. Ele nega essas acusações.

Aliás, também em janeiro, a Polícia Social de São Paulo, com escora de agentes fluminenses, cumpriu dois mandados de procura e inquietação contra o cantor. Os policiais apreenderam mais de R$ 470 mil em espécie, aparelhos eletrônicos e o passaporte do cantor na mansão dele, na Zona Oeste do Rio.