Audiência pública discute construção do novo terminal rodoviário em Sorocaba

Uma audiência pública ocorrida na tarde desta quarta-feira (6) no plenário da Câmara discutiu a viabilidade do novo terminal rodoviário de Sorocaba (SP). A prefeitura estuda a construção da nova rodoviária no bairro Santa Rosália, o que motivou um solicitação de moradores do bairro contrários ao projeto.

Técnicos da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Social de Sorocaba (URBES) estiveram na audiência para apresentar o projeto do novo terminal rodoviário e explicaram que existem outras áreas em estudo. No entanto, foi apresentada nesta audiência pública somente o projeto no bairro Santa Rosália.

No totalidade, a nova rodoviária teria uma extensão construída de 42 mil metros quadrados. O acesso ao terminal seria feito por plebeu da Castelinho (SP-075) e na lateral da Avenida Dom Aguirre.

O projeto também prevê desapropriar uma extensão com dois terrenos particulares e a localização foi escolhida por conta da conexão mais rápida com as zonas norte, oeste e centro. Outros fatores avaliados são a presença de ciclovias e a proximidade do transporte coletivo para os usuários do terminal.

Os técnicos da autonomia também apresentaram na audiência a vegetal baixa e o projeto arquitetônico do terminal. Não foram apresentados estudos de drenagem de águas, do impacto de vizinhança e do solo. No entanto, os técnicos alegam que o projeto atenderia o desenvolvimento de Sorocaba para além do ano de 2027.

Vereadores e moradores questionaram os técnicos sobre a viabilidade do projeto, valor da obra e o motivo do proclamação ter sido feito sem estudos. Os técnicos também explicaram que o prédio da atual rodoviária manteria algumas linhas intermunicipais e serviria para projetos sociais.

O plano diretor de Sorocaba prevê a construção de um novo terminal rodoviário, mas a extensão destinada para a realização da obra seria em um terreno na rodovia Celso Charuri, que liga as rodovias Raposo Tavares (SP-270) e a Castelinho (SP-075).

Caso o planejamento seja modificado, é necessário realizar novas audiências publicas e votação na Câmara Municipal.